Aula Magna do curso de Direito da FAMES tratou sobre Intolerância Religiosa

Anelise Coelho Nunes, reitora do IPA, explanou sobre a temática

Foi realizada na noite de 9 de março a Aula Magna do curso de Direito da Faculdade Metodista de Santa Maria (FAMES). A atividade marcou o início do novo semestre e abordou o tema “Intolerância Religiosa e Direitos Humanos Fundamentais no Mundo Contemporâneo”. A explanação esteve a cargo da professora Dra. Anelise Coelho Nunes, reitora do Centro Universitário Metodista (IPA), de Porto Alegre. O evento ocorreu no Auditório Alice Denison, com a presença de acadêmicos, docentes, colaboradores e pessoas da comunidade em geral.

A coordenadora do curso de Direito da FAMES, professora Karina Brunet, realizou a abertura da Aula Magna. Ela saudou a palestrante e agradeceu a todos pela presença. Em seguida, a agente de pastoral, reverenda Ângela Dias, fez um momento de reflexão acerca da temática da palestra. A reverenda citou o Salmo 23 – 1: “O Senhor é meu Pastor: nada me faltará”.

Ainda no momento inicial, o diretor da FAMES, professor Marcos Wesley, aproveitou para parabenizar o curso de Direito pela avaliação com conceito 3 no Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e no Conceito Preliminar de Curso (CPC), índices divulgados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Ele também comentou a vinda da reitora do IPA. “A presença da professora Anelise é o marco da mobilidade acadêmica na Educação Metodista”, completa.

A palestrante iniciou sua explanação agradecendo o convite para participar da Aula Magna. “É um prazer estar aqui”, declara. Sobre a intolerância religiosa, começou contextualizado o tema. “É um assunto que está em voga no momento e isso justifica a importância da sua discussão”, salienta. De acordo com ela, tolerância é o compromisso e o respeito com as pessoas que pensam diferente de nossa crença.

Anelise comentou que o preconceito religioso ocorre em todo o mundo, afetando diversas crenças, conforme a região. No Brasil, apontou que as religiões de matriz africana são as que mais sofrem com a intolerância. Segundo ela, o Cristianismo, que tem maior número de famílias, defendia, em seu início, princípios de igualdade. “Previa que os cristãos devem amar ao próximo como a si mesmos”, complementa. Sendo assim, o respeito predominaria entre as pessoas, independente de crença. “Para combater a intolerância religiosa, é essencial o respeito”, conclui.

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